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Um ensaio narrativo de inspiração futurista que revisita o espírito de Maio de 68 numa sociedade onde humanos, androides e cyborgues coexistem. Através de uma revolta estudantil, relações clandestinas e personagens em busca de sentido, a obra explora a resistência ao autoritarismo e a força da arte, da filosofia e da imaginação como pontes entre mundos distintos.
Pontos fortes deste livro

Recuperando o imaginário de Maio de 68, a Revolução estudantil está a acontecer na Cidade Roxa, a mais antiga do planeta que acumula milhares de anos de Saber, numa viragem no tempo futuro, em que androides, cyborgues e humanos confluem numa mesma sociedade. Sputnik 17 é protegido pelos artistas e pela Irmandade dos Lagos, que pretendem levar a cabo um encontro secreto nas montanhas com o puto eleito: é estudante de Filosofia e tem poderes que vai descobrindo ao longo da jornada. Entretanto, nas Universidades pela estratégia de Tetra 13, alguns alunos seus recorrem à arte, à filosofia e à música para despertar artistas nos corações das comunidades e manifestando-se por uma anti pedagogia autoritária e de memória, contra a vigilância que se vive em alguns pontos do planeta, controlados por polícias secretas e seitas. Tetra é professora de Belas Artes, recorre com frequência a lemas maoístas como «Luta. Crítica. Transformação.» Ama Lao. Têm encontros secretos, trocam livros proibidos, fazem amor, beijam-se e dizem adeus, até à próxima Lua! O Pentagrama 17 é um ensaio sobre como dois mundos aparentemente incomunicáveis se podem conectar; é um convite a uma viagem em que o sentimento é imaginação