Havemos de Votar

15.00

Realça a relevância das Comunidades Portuguesas no mundo e o aumento dos eleitores residentes no estrangeiro, contrastando-o com a elevada abstenção e a fraca representação parlamentar. Apresenta a modernização eleitoral, especialmente o voto eletrónico, como solução para garantir maior participação e equilíbrio democrático.

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Pontos fortes deste livro

  • Identifica claramente o problema da abstenção;
  • Critica a baixa representatividade dos emigrantes;
  • Propõe soluções, como o voto eletrónico;
  • Defende igualdade entre todos os portugueses.

Sinopse do livro Havemos de Votar, de António Maló de AbreuCampo cheio de flores com um céu azul com nuvens brancas

Este livro trata das Comunidades Portuguesas, como a mais forte manifestação de Portugal presente em todo o mundo. A diáspora portuguesa permanece uma constante da nossa identidade e continua a marcar o imaginário coletivo, constituindo um inestimável acervo de cidadania que é nosso dever respeitar, preservar e valorizar. Em 2018, com o recenseamento automático dos portugueses residentes no estrangeiro, verificou-se um aumento significativo do número de eleitores. Entre 2019 e 2025, o número total de recenseados aumentou, devido, tão só, ao aumento constante de eleitores residentes no estrangeiro.

Em eleições legislativas as taxas de abstenção dos portugueses residentes no estrangeiro mantiveram-se muito elevadas e para além do aceitável. Para não se falar das eleições Presidenciais, onde os números da abstenção são avassaladores, pela obrigatoriedade da votação presencial.

É desproporcional o número de deputados eleitos pelos círculos dos portugueses residentes no estrangeiro e os deputados eleitos, comparativamente com os círculos eleitorais em território nacional (4 em 230). Elegendo só 10% dos deputados, comparativamente a círculos eleitorais do território nacional com igual número de eleitores. Se pretendemos combater a abstenção, levando a democracia até todos e trazendo cada um ao processo democrático, é exigível aos decisores políticos que estejam a par do seu tempo – e isso só o voto eletrónico à distância o permitirá. Não devia haver, nem parecer que haja, portugueses de primeira com votos especiais e portugueses de segunda com votos de favor – e isso só um aumento da representação parlamentar dos portugueses residentes no estrangeiro o garantirá.